terça-feira, 13 de novembro de 2012

A DOR DO SILÊNCIO
  A dor do silêncio me traz momentos
  De sua doce voz, a me tornar refém
  A me fazer sorrir em todos os momentos
  Sem medo, sem lágrimas, sem réquiem.
  A dor do silêncio agora jaz aqui
  Naquela flor tão morta, tão calma
  Pedindo um choro qualquer para si
  Sem pompa, sem vela, sem trauma.
  A dor do silêncio desatina a sede
  Da vida humana...o líquido carmesim!
  O sangue mortal cai em minha rede
  Sem culpa, sem volta, sem fim.
  A dor do silêncio se faz presente
  Saudades da luz que tive um dia
  Pois vago nas trevas eternamente
  Sem vida, sem morte, sem poesia.

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